segunda-feira, 17 de julho de 2023
ICONES DO JAZZ: JOÃO DONATO 🎵
quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
ICONES DO JAZZ _ Hermeto Pascoal 💛💚🎵
(Hermeto Pascoal)
Hermeto é uma figura significativa na história da música brasileira, sendo reconhecido principalmente por suas habilidades em orquestração e improvisação, além de ser produtor musical e colaborador de diversos álbuns nacionais e internacionais. Conhecido como "O Bruxo", Pascoal frequentemente faz música com objetos não convencionais, como bules, brinquedos infantis e animais, bem como teclados, acordeão de botões, melódica, saxofone, violão, flauta, voz, vários metais e instrumentos folclóricos. Talvez por ter crescido no campo, usa a natureza como base para suas composições, como em sua Música da Lagoa, em que os músicos borbulham água e tocam flautas imersos em uma lagoa: uma emissora de televisão brasileira de 1999 o mostrou solando a certa altura, cantando em um copo com a boca parcialmente submersa na água.
A gente volta em breve galeraaaaa!!!!
WISE MUSIC 2023
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
ICONES DO JAZZ _ WES MONTGOMERY 🎸🎵
ICONES DO JAZZ
WES MONTGOMERY
Olá queridos amigos hoje trazemos para nosso conhecimento um dos ícones mais interessantes do jazz WES MONTGOMERY fatos curiosos disseminados nas 6 cordas de sua guitarra que poderão ensinar muito, além dos muitos temas compostos, bora então lá acesse o texto que compreende de forma resumida quem foi esse guitarrista....
John Leslie Wes Montgomery, mais conhecido como Wes Montgomery (Indianapolis, Indiana, 6 de Março de 1923 - 15 de Junho de 1968), foi um guitarrista de jazz norte-americano.
Filho do meio de três irmãos, todos músicos, mudou-se ainda criança para Ohio. Autodidata, Wes começou a tocar só aos 19 anos, e por influência de Charlie Christian, de quem ouvia os discos e memorizava os solos. Seis meses mais tarde, já tocava profissionalmente.
Wes tocava guitarra de uma maneira pouco ortodoxa, já que usava o polegar em vez da palheta, bem como um modo único de tocar em oitavas ou em block chords,o que tornava a sua guitarra mais expressiva e melodiosa. Muitos guitarristas do jazz atual nomeiam Wes como uma das suas principais influências, entre os quais: Pat Metheny e George Benson.
Sua extrema liberdade e fluidez no instrumento chamaram, desde o início, a atenção de músicos como Cannonball Adderley, e em 1960 lhe valeriam o prêmio New Star da revista DownBeat.
Wes definiu aquela que viria a ser a sonoridade clássica da guitarra de jazz nos anos 60 e tornou famosa a formação Guitarra, Órgão Hammond e bateria (The Wes Montgomery Trio 1959).
Na manhã de 15 de junho de 1968 em sua casa em Indianapolis, Indiana, ao despertar queixou-se com sua esposa de que não se sentia muito bem, após o que, Montgomery caiu, vindo a falecer de um ataque cardíaco minutos depois. Tinha apenas 45 anos e estava no auge de sua carreira juntamente com seu quinteto de jazz.
Até a Próxima Galera!!!
WISE MUSIC
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
ICONES DO JAZZ = CHARLIE PARKER
CHARLIE PARKER
Seu nome de batismo é Charlie Christofer Parker Jr., mas ficou mundialmente famoso como Charlie Parker. Nasceu na cidade de Kansas City, no dia 29 de agosto de 1920. Foi um saxofonista e compositor estadunidense de jazz. Inicialmente, seu apelido era Yardbird, mas, em seguida, começaram a chamá-lo apenas de Bird. Na história do jazz, Parker é tido como um dos melhores intérpretes de saxofone alto, e peça fundamental para a evolução deste estilo musical.
Filho único de Charles e Addie Parker, Bird, aos 13 anos, ingressou no Lincoln College, onde teve seu primeiro contato com a música. Na banda do colégio, começou a tocar tuba, mas sua mãe achou que não seria um instrumento adequado e, com suas economias, comprou um saxofone alto. Parker, autodidata, começou imitando os grandes saxofonistas de Kansas City, como Bem Webster e, principalmente, Lester Young. Em 1935, com apenas 15 anos, já tocava profissionalmente e era cadastrado no Local 627, sindicato dos músicos de Kansas. Tinha acabado de se casar, ia ser pai, e já havia experimentado todo tipo de droga.
Junto com Thelonius Monk, Dizzie Gillespie, Bud Powell e outros, Parker ajudou a desenvolver o bebop, um estilo de jazz nascido na década de 1940 e baseado na improvisação de uma melodia, modificando os acordes, criando, desta forma, novas variações sobre as estruturas musicais.
Em 1939, Charlie Parker chegou, pela primeira, vez a Nova York, onde foi lavador de pratos em um clube. Sua primeira gravação, em 1940, foi com Jay McShann, onde criou solos de destaque e apresentou novas ideias musicais. Foi nesse mesmo ano que Parker tocou pela primeira vez com o trompetista Dizzie Gillespie e, ao final de 1944, começaram a tocar juntos, foi em função desta parceria (futuramente conhecida como Bird & Diz) que Parker entrou definitivamente para o mundo do jazz, posto que seus solos eram absolutamente inovadores para um público acostumado com musicas de estilo mais convencional como, por exemplo, as tocadas por grandes bandas como a de Glenn Miller. É nesta época que Parker toca com mestria músicas como Salt Peanuts, Groovin’ High e Dizzie Atmosphere, Shaw Nuff, entre outras.
Contando com somente 25 anos de idade, Parker era o jazzista mais admirado por seu colegas, nesta época, vivia em uma fase de grande criatividade musical e excessos de todo tipo: comia muito, bebia doses gigantescas de álcool, injetava morfina e heroína sem a menor moderação e, claro, muitas mulheres, aliás, qualquer que quisesse ir pra cama com ele.
Em 1946, graças à toxicodependência, Parker teve um AVC (Acidente Vascular Cerebral), fato que o manteve afastado durante seis meses. No início do ano seguinte, voltou a Nova York, onde forma seu próprio quinteto (integrado, aliás, por Miles Davis). Também se apresentou com seu quinteto e a orquestra de Dizzie Gillespie no Carnegie Hall. Parker manteve-se muito ativo entre 1947 e 1951, época em que também se apresentou em palcos europeus.
Mesmo com seus problemas com as drogas terem se agravado, ainda era capaz de tocar majestosamente, como ficou demonstrado no concerto de Massey Hall no Canadá, em 1953.
No ano seguinte, em razão da falta de dinheiro, o músico não pôde ajudar no tratamento de sua filha, que morreu em decorrência de pneumonia. Em seguida, Parker tentou duas vezes o suicídio, mas veio a falecer, em 1955, em razão de um colapso cardiovascular ocorrido na residência de sua amiga a baronesa Pannonica Koenigswater.
Voltaremos em breve com mais Icones do jazz!!!
WISE MUSIC
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
ICONES DO JAZZ / BILLIE HOLIDAY
WISE MUSICICONES DO JAZZ / Billie Holiday
Queridos amigos vamos começar uma série bem legal ICONES DO JAZZ, estarei de tempo em tempo postando acervos e curiosidades de personagens do JAZZ sendo no vocal / guitarra / contrabaixo / piano e muito mais, vamos na melhor companhia de ZUZA HOMEM DE MELLO no canal CASA DO SABER, obrigado ZUZA alias que nos deixou este ano beijo enorme!!!
sigamos,
A cantora e compositora nasceu na Filadélfia, Pensilvânia, tendo sido criada em Baltimore, por pais adolescentes. Quando nasceu, seu pai, Clarence Holiday Gough, tinha dezessete anos de idade, e sua mãe, Saddy Fagan, dezenove. Seu pai, guitarrista e banjoista, abandonou a família quando a artista ainda era bebê, seguindo viagem com uma banda de jazz. Sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares para poder trabalhar. Abandonada pelo pai, com pouco contato com a mãe, sem irmãos ou amigos, a artista teve uma infância muito difícil, passando necessidades e todo tipo de humilhação e abuso.
Menina afro-americana e pobre, passou por diversos sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por seu vizinho, e posteriormente abandonada por seus parentes, sendo internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Neste local, sofria agressões físicas e psicológicas. Aos doze anos, fugiu de lá, e passou a morar na rua, pedindo esmolas, e tentava reencontrar a mãe, que havia lhe abandonado, mas ficava em dúvida se ela a aceitaria de volta, e temia reencontrar seus parentes que tanto fizeram-na sofrer. Ela, então, deixou de viver nas ruas ao conseguir um trabalho informal, lavando o chão de um prostíbulo em troca de um local para dormir e uma refeição por dia. Ficou lá por dois anos. Aos catorze anos, foi violentada sexualmente pelo dono do local, e fugiu de lá. Voltou a viver nas ruas, pedindo esmolas, até que tomou coragem e voltou a casa de seus parentes para procurar sua mãe, que ficou feliz de tê-la encontrado, lhe pedindo perdão, descobrindo tudo que houve com ela e se culpando muito. Sua mãe a levou para viver com ela em uma casa alugada, em Nova York. Com o tempo, sua mãe ficou desempregada, e ambas acabaram passando necessidades. Sua mãe adoeceu, e o aluguel da residência atrasou. Sem conseguir nenhum emprego, sendo poucas as esmolas que ganhava, aos catorze anos a artista iniciou-se na prostituição, atividade que exerceu até seus dezoito anos, sem nunca ter revelado isto a ninguém. Aos quinze anos acabou engravidando, sem saber qual era a paternidade da criança, onde revelou que sua mãe a obrigou a fazer um aborto aos três meses de gestação no banheiro de casa, o que a fez ter febre, fortes dores e hemorragia por mais de um mês, não tendo procurado um médico, por medo de sofrer represálias ou ser presa. Em entrevistas definiu o aborto feito como agonizante. A vida na prostituição e ter feito um aborto aumentaram muito suas crises depressivas, o que a fez intensificar o uso de álcool e drogas, o que a levou a diversas tentativas de suicídio.
fiquem com esse Album maravilhoso de Billie Holiday
All or Nothing at All [1958]
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